Radio Planeta Rei

terça-feira, 24 de abril de 2018

José Dirceu: o fio da história do Brasil não é o fio das forças da direita.

José Dirceu o fio da história
Deu na Folha: na iminência de voltar para a prisão, o ex-ministro e colaborador do Nocaute, José Dirceu, revela sua passagem pelo cárcere, seu relacionamento com presos na Lava Jato, os erros cometidos em sua trajetória e os possíveis desdobramentos após a condenação do ex-presidente Lula.

Nocaute separou alguns trechos da entrevista concedida à jornalista Mônica Bergamo. O texto na íntegra pode ser acessado clicando aqui.

Como o senhor se sente hoje, prestes a ser preso de novo?

O país vive uma situação de insegurança e instabilidade jurídica, de violação dos direitos e garantias individuais. O aparato judicial policial se transformou em polícia política.

Como a minha vida é o PT e o projeto que o Lula lidera, eu tenho que me preparar para continuar fazendo política.

Eu não posso me render ao fato de que vou ser preso.

O senhor está com 72 anos e foi condenado a 41 anos de prisão. Estamos falando de um regime fechado de sete anos.

É. Eles acabaram com a progressão penal.

Você só pode ser beneficiado se reparar o dano que dizem ter causado. E como, se todos os seus bens estão bloqueados? Acabaram com o indulto [para crimes de colarinho branco]. Vamos cumprir a pena toda.


Então o senhor pode entrar agora na cadeia para não sair nunca mais?

É uma hipótese.


Dentro da prisão, como era a convivência com Eduardo Cunha?

Normal. Você está preso. Convive com [condenados pela lei] Maria da Penha, com um pedófilo condenado a cem anos de prisão. Ele é o chefe de um setor. É uma pessoa normal, quieta.

A primeira reação é “não vou falar nunca com ele”. Depois de três anos não adianta, Tem que falar.


Nós ficamos na sexta galeria, [que abriga] os presos da Lava jato, Maria da Penha, advogados, empresários, alguns condenados por crimes sexuais. São 60 presos, separados dos 700 [do complexo penal].


O senhor conviveu com Antonio Palocci?

Estive com ele uma só vez, na Polícia Federal. Foi quando ele me disse – ele usou essa expressão: “o Leo [Pinheiro, ex-executivo da OAS] vai salgar o Lula [o empreiteiro revelou à Justiça que pagou a reforma do tríplex do petista]”.



E me disse que ele mesmo ia relatar, em depoimento, como era o caixa dois no Brasil. Deu a entender que ia falar do sistema bancário, eu entendi que ia falar da TV Globo. E fiquei apreensivo. Voltei e conversei com o Eduardo [Cunha] e com o [João] Vaccari [ex-tesoureiro do PT que está preso]: “Tô achando que o Palocci vai fazer delação”.

Os dois ficaram indignados comigo. Principalmente o Eduardo, que disse: “Eu convivi com ele. Em hipótese nenhuma”. Eu deixei para lá.

É verdade que o marqueteiro João Santana contou para o senhor que delataria?

O que fizeram com a Mônica [Moura], mulher dele, foi terror psicológico. Colocaram ela na triagem de Piraquara, uma das piores penitenciárias do Paraná, totalmente dominada pelo crime.

Colocar na triagem significa o seguinte: te colocam numa cela pequena, sem luz, sem nada. Te dão a comida pela bocuda. Saí para tomar banho dez minutos e volta. Em dois dias você faz delação, né?

O senhor também conviveu com o Marcelo Odebrecht.

Ele ficava sozinho numa cela. É afável, educado. Mas tem uma vida muito própria. Faz ginástica oito, dez horas por dia. Então não convive, né? Todo mundo sabia que ele era assim e todo mundo respeitava.

Ele se comportou muito bem. Até poderia ser de maneira diferente, pelo que representava. Mas ali é todo mundo igual. Preso não aceita [comportamento diferente]. Quando você entra no sistema, tem que pôr na cabeça o seguinte: “Eu sou preso. Aqui eu sou igual a todo mundo”. Os presos te respeitam se eles veem que você é um deles.

Como vê a perspectiva de Lula ficar preso sozinho? Ele suporta o isolamento?

Como o tratamento é respeitoso e ele recebe advogados todos os dias, e a família uma vez por semana, vai se adaptando.

O pior para ele já aconteceu: a indignidade de ser condenado e preso injustamente. Depois disso, tem que se adaptar às condições e transformar elas em uma arma para você. Esse é o pensamento. Mas eu acho que raramente um ser humano suporta ficar um ano num banheiro e quarto vendo três vezes por dia alguém trazer comida para ele.

Agora surgiu a ideia de o Lula ir para um quartel. Seria pior ainda. Porque eles não que em ninguém lá. A função do quartel não é ser presídio. Ele vai ficar mais isolado.

E ele não consegue?

Eu acho que ele não deve. É uma questão política. Ele deve conviver com outras pessoas, pensar o país, pensar no que está acontecendo. Ele não está proibido de fazer política só porque está preso.

Se o Lula vier para a sexta galeria [unidade do complexo penal em que Dirceu ficou detido], verá que é uma convivência normal. É muito raro ter um incidente. E na prisão você conversa, aprende muita coisa. As pessoas têm muito o que ensinar.

Às vezes você acredita no mito que criam sobre você. Que você é especial, que teve uma vida, no meu caso, que dá até um filme. Mas você começa a conversar com um preso comum, e descobre que é fantástica a vida de cada um lá.

O que o senhor sentiu quando viu Lula sendo preso?

Eu sou muito frio para essas questões, sabe? Acho que ele fez o que tinha que fazer, aquela resistência simbólica foi necessária. E nós ganhamos essa batalha política e midiática.


Mas nada mexeu com o senhor?


Eu fiz da minha vida praticamente o Lula. E me mantive leal a ele. Não faltaram oportunidades, amigos e companheiros que me empurravam para romper com ele, em vários episódios. Mas eu sempre achei que a obra do Lula, a liderança dele, o que ele fez pelo país, compensava qualquer outra coisa. Então eu não dei importância. Depois de uma semana, já não lembrava.

Em 2011, eu estava num barco alugado, pescando, e recebi um telefonema com a informação de que o Lula estava com câncer. Eu chorei. Me deu a sensação de que poderia ser o começo do fim da vida do Lula. Mas agora, como já passei três vezes pela prisão, é diferente.

Você tem que lutar por todos os meios, legais e políticos, para ser solto. Mas sempre tenho a ideia de que, se souber levar a prisão, ela pode se transformar numa melhora para você mesmo. De estudo, de pesquisa, de reflexão.

Em algum momento dessas reflexões na prisão o senhor concluiu que errou e cometeu crimes?

Eu não cometi crimes. Não há nenhuma prova, nenhum empresário ou diretor afirmando que eu pedi alguma coisa na Petrobras. O que eu errei? Na minha relação com [o lobista e delator] Milton Pascowitch. Eu comprei um imóvel, financiei, paguei a entrada.

Ele reformou o imóvel. Eu não paguei. Foi um erro meu. Eu não poderia ter estabelecido essa relação.


Era um empréstimo não declarado. Que virou propina. Foi uma relação indevida. Admito. Mas não criminosa.

Querer ser consultor e ganhar dinheiro foi um erro?

Eu não queria ganhar dinheiro. Eu queria sustentar a minha defesa e a minha vida política. Eu não tenho patrimônio. A casa da minha mãe eu tinha comprado antes, o apartamento do meu irmão foi financiado.

Eu tenho R$ 2.000 na minha conta. É só ver como eu vivo, no apartamento da minha sogra. É só perguntar para o prédio sobre o IPTU. Vai na escola da minha filha perguntar sobre a mensalidade.

Quais foram os erros que o senhor cometeu então?

Eu não deveria ter feito consultoria. Ela cria um campo nebuloso entre os meus interesses como consultor e o interesse público. Eu ficava me lamentando: “Por que eu fui fazer essa coisa [consultoria] com a Engevix [pela qual foi condenado]?”


O Vaccari falava: “Para com isso, Zé Dirceu. Você não foi condenado por isso”. Depois fui condenado em outro processo sem ter nada a ver com nada. E o Vaccari falou: “Tá vendo?”.


Então eu às vezes fico dividido. E concluo que na verdade eu fui condenado por razões políticas. Eu não fui condenado pelas consultorias que prestei.

Não tinha outro jeito de financiar campanha?

Tem: o autofinanciamento com apoio popular. Mas, nas condições que estávamos enfrentando, era impossível fazermos isso. Porque a dinâmica da vida política, do sistema, é essa. A solução seria financiamento público com lista [partidária]. O PT lutou, o Lula lutou também por isso. Mas ninguém quis fazer.

Alguma vez o senhor imaginou que a história terminaria com o senhor e o Lula presos

A tentativa de derrubar o nosso governo eu sempre imaginei. Toda vez que no Brasil há um crescimento muito grande das forças políticas sociais, populares, de esquerda, nacionalistas, progressistas, democráticas, isso acontece.

De 1946 a 1964, o Brasil viveu sob expectativas de golpe contra governos trabalhistas, getulistas. O Juscelino [Kubitschek] só tomou posse porque o [marechal Henrique Teixeira] Lott deu o contragolpe.

Só teve a posse do Jango porque [Leonel] Brizola se levantou em armas. Aliás, só derrotamos tentativas de golpe quando a gente tem armas. Estou falando sério.

Quem o senhor coloca como esquerda?

Os candidatos do PSOL, do PC do B, o PT, o PDT e o PSB.

O senhor então inclui o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, hoje no PSB?

É um candidato que pode ser cooptado pela direita. Mas pode ser que não. É uma incógnita.

O senhor votaria nele no segundo turno contra contra alguém da direita?

Bem, essa hipótese… vamos esperar. O meu candidato é o Lula. Nós temos que lutar pela liberdade dele, mantê-lo como candidato e registrá-lo em agosto.

Se não fizermos isso, será um haraquiri político. Nós dividiremos o PT em quatro ou cinco facções. Nós temos que manter o partido unido. Daqui a 60 dias, o Lula vai tomar a decisão do que fazer, consultando a executiva, os deputados.

Como ele fará uma consulta de dentro da prisão?

Da prisão você consulta quem quiser. Lula vai transferir de 14% a 18% de votos para o candidato que ele apoiar.

De dentro da prisão?

É a coisa mais fácil que tem. É só ele falar o que ele pensa.

Mas a gente sabe o trabalho que deu para ele transferir votos em outras eleições. Ele aparecia na TV todos os dias, viajava pelo país.

Sabe qual é a diferença de 2014? É que o lado de lá tem a TV Globo, o aparato judicial militar e o poder econômico. Mas está mais desorganizado e enfraquecido do que nós.

Eu tenho confiança de que o fio da história do Brasil não é o fio das forças da direita. O fio da história do Brasil é o fio que nós representamos.

Mônica Bergamo


sábado, 24 de março de 2018

O voto é no dia, mas se as eleições fossem hoje votaria em João Azevedo e Ricardo Coutinho


Resultado de imagem para João Azevedo e Ricardo Coutinho

Apendi, com o passar do tempo,  que não podemos garantir com antecedência em quem votaremos nas próximas eleições. O cenário político muda a cada instante e uma opção que consideramos imutável hoje, pode, dependendo das circunstâncias, ser bastante alterada no futuro. A despeito disso,  acho improvável que venha mudar a minha pretensão, pois analisando as diversas hipóteses de candidaturas não encontro em outros pré-candidatos a postura firme, sincera, forte, corajosa que vejo no grupo liderado pelo mago, governador Ricardo Coutinho.

A firmeza, coerência  e coragem de Ricardo são qualidades  difíceis de se encontrar na maioria dos políticos da atualidade. Em 2010, Lula e Dilma pediram votos para o seu adversário José Maranhão e mesmo assim o Mago votou em Dilma. Em 2014,  contrariando o seu partido votou novamente em Dilma e em 2016 foi contra o golpe que depôs uma presidenta legitimamente eleita.

Por tudo isso, se as eleições da Paraíba fossem hoje votaria no Mago e em quem ele apoiasse.



domingo, 6 de agosto de 2017

Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) é fundado em Matureia




A cidade de Maturéia-PB, sertão do estado, ganha mais uma representação política, o Partido Socialismo e Liberdade, PSOL. 

O partido conta com uma pluralidade de filiados, contando com jovens entre homens e mulheres, estudantes secundaristas e universitários, outros já com curso superior, além de trabalhadores do campo e da cidade, agricultores, assalariados, servidores públicos, trabalhadores autônomos, entre outros. 

Antônio Júnior e Gabriel Medeiros, jovens a frente dos tramites burocráticos do partido na cidade, destacaram que a ideia de fundar-se um novo partido foi a crise de representatividade das demais legendas, principalmente para com os jovens que ficavam meio que dispersos e não tinham uma bandeira própria de luta, ficando a mercê de decisões alheias. Em conversa com alguns amigos decidiram trazer uma bandeira e luta própria, que ganha cada vez mais simpatizantes. Destacaram também que a escolha do PSOL se deu por ser um partido coerente na luta em favor do povo, da juventude, dos trabalhadores, crianças, idosos, e por ser um partido que sempre se posiciona firme na ética política, não está ligado a esquemas de corrupção, principalmente os escândalos da Operação Lava Jato que mostrou o quanto a corrupção está institucionalizada no país. Trazem uma bandeira na luta por uma verdadeira renovação política, pautando-se sempre nos interesses coletivos, para melhorar a qualidade de vida do povo e lhes possibilitar ascensão social.

Em relação a posicionamento entre situação e oposição na cidade, afirmaram que são contra o modelo atual de fazer política no município, onde os candidatos ofertam cargos, prometem vantagens pessoais para quem os apoie, financie campanhas, quando o povo sempre sai perdendo, sendo o povo o verdadeiro detentor do poder e os políticos devem apenas os representar e atender os interesses da coletividade. 

Sobre disputa de eleições, coligações com outros partidos, afirmaram que o PSOL tem posicionamento próprio, na maioria das vezes lançando candidaturas próprias, mas que o dialogo está aberto com outras legendas, e inclusive já mantém diálogo com figuras políticas na cidade, o que é bom, pois fortalece a democracia, mas que não afastam a possibilidade da candidatura própria no município com candidatos a prefeitura e câmara de vereadores, quebrando a polarização entre dois grupos e dando mais uma opção de representação ao povo matureense. 

No último domingo, 30 de julho, alguns filiados receberam o presidente estadual do partido, Tárcio Holanda Teixeira, onde fizeram um debate sobre os caminhos do partido e a conjuntura política atual, em âmbito municipal, estadual e nacional, pautando-se sempre na colaboração mútua em busca do caminho de uma Maturéia futuramente livre e que seguirão na luta pelas causas sociais, visando uma sociedade mais igualitária, justa, solidária e desenvolvida, segundo relataram.

 Rafael Carvalho  Matureia1 Politica  

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Orçadas em R$ 4 milhões, Ricardo entrega obras que acabam racionamento em 13 cidades do Cariri

Foto de Antonio Fragoso Ramalho.

As águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) chegam às casas de mais 130 mil paraibanos.

O governador Ricardo Coutinho inaugura, nesta quarta-feira (26), a adutora de Coxixola e a obra que leva as águas do Velho Chico para 13 cidades do Cariri. As obras, orçadas em R$ 4 milhões, vão pôr fim ao racionamento nas cidades do Congo, Coxixola, Sumé, Monteiro, Prata, Ouro Velho, Amparo, Serra Branca, São José dos Cordeiros, São João do Cariri, Parari, Gurjão, Livramento e o distrito de Santa Luzia do Cariri. As solenidades de entrega serão realizadas a partir das 10h, na Ponte Rio Paraíba, na PB 214, e depois no Ginásio Poliesportivo Marcos Antônio de Souza, no Centro de Coxixola.

Tião Lucena

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Crida é morto a tiros na PB - 262 entre São José do Bonfim e Teixeira

Por volta das 10h00 da manhã desta quarta-feira (19), a Polícia Civil da cidade de Patos foi avisada que havia uma vítima provavelmente morta por disparo de arma de fogo, especificamente em um trecho da rodovia PB 262, localizado na subida da serra de Teixeira.

O delegado plantonista Demetrius Patricio disse que incialmente o SAMU foi acionado, pois algumas pessoas que presenciaram o corpo do homem caído, acharam que se tratava de um acidente de trânsito. Porém, quando examinado, o corpo apresentava uma perfuração que, segundo informou o delegado, parece ser de uma espingarda calibre 12.

A perícia constatou que a vítima estava subindo a serra numa motocicleta quando recebeu um único tiro pelas costas. A vítima identificada como sendo Antônio Claudionor Nunes (Crida), tombou na beira da pista e chegou a morrer ali mesmo no local.

Até o momento a Polícia não tem mais informações sobre os antecedentes da vítima, porém trabalha com uma linha de investigação que esta sendo construída com base nas informações dos familiares.

O delegado Demetrius Patricio reforçou que o Disque Denúncia 197, tem sido uma ferramenta importante na elucidação de muitos crimes, e conclamou a população a participar mais, pois a ligação é totalmente sigilosa.

Fonte:Patos Verdade

domingo, 2 de julho de 2017

Veja como cada deputado paraibano se posiciona sobre a denúncia contra Temer

Deputados Federais da Paraíba 
A Folha de São Paulo procurou na semana que passou todos os 513 deputados da Casa após o STF (Supremo Tribunal Federal) receber, na segunda (26), a peça em que Temer é acusado de corrupção passiva – seria o destinatário de uma mala de R$ 500 mil de propina da JBS, além de promessa de outros R$ 38 milhões em vantagens indevidas.

Cabe à Câmara dos deputados dar ou não aval, com os votos de no mínimo 342 deputados, para que o STF possa aceitar a denúncia e abrir a ação penal. Nessa hipótese, Temer seria afastado por até 180 dias para ser julgado.

Entenda a denúncia contra Temer

Só 45 deputados responderam que votarão contra a aceitação da denúncia.
Entre os apoiadores do presidente estão aliados fiéis como Carlos Marun (PMDB-MS) e Darcísio Perondi (PMDB-RS), vice-líderes do governo na Câmara.

Já os que declaram apoio à continuidade das investigações somam 130 parlamentares, 212 a menos do que o mínimo necessário para que a denúncia seja aceita.

Outros 112 afirmaram que não sabem ainda como votarão e 57 não quiseram se posicionar.

Veja abaixo as respostas dos deputados paraibanos:

A FAVOR DA ACEITAÇÃO DA DENÚNCIA:

Luiz Couto (PT-PB)
Pedro Cunha Lima (PSDB-PB)

CONTRA A ACEITAÇÃO DA DENÚNCIA:

Hugo Motta (PMDB-PB)
André Amaral (PMDB-PB)

NÃO VAI SE PRONUNCIAR:

Benjamin Maranhão (SD-PB)

NÃO SABE:

Rômulo Gouveia (PSD-PB)
Efraim Filho (DEM-PB)

NÃO RESPONDEU

Wellington Roberto (PR)
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)

Fonte: Folha de São Paulo

sábado, 1 de julho de 2017

Campanha da garotinha Sthefany Encerrada


Graças a Deus conseguimos a cirurgia da garotinha Stefane 

Agradecemos primeiramente a Deus, a família e a todos os amigos e pessoas de bem, que nos ajudaram tanto em doações como em orações, Deus os abençoe imensamente.

Informamos, que conseguimos a cirurgia gratuita e todo o dinheiro arrecadado será destinado aos exames e remédios necessários, sendo que o que sobrar será revestido em cestas básicas para a doação.

A cirurgia será no (Hospital infantil Arlinda Marques), presidida pelos médicos:
*Dra. Nadja Naira Marques de Aquino
*Dr. Daniel Rangel ( medico pediatra)
*Dr. Joacilda Nunes ( medica pediatra)
*Dr. Tereza Cristina (medica psiquiatra)

Toda a família será eternamente grata a eles, Deus nos enviou anjos a nos ajudar neste momento.
Portanto, a campanha para a arrecadação de fundos para a cirurgia esta encerrada!

“Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.”
2 Coríntios 9:7

Franquinho (pai), Socorro (mãe), Lourdes de Chiquinho (avó) e toda a família agradece imensamente, Deus abençoe a todos.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Família da garotinha Sthefany faz campanha para realizar cirurgia

A garotinha Maria de Lourdes Sthefany, que tem 10 anos de idade, está precisando da nossa  ajuda e solidariedade . 

Recentemente ela realizou uma tomografia computadorizada do abdome (ver imagem acima), a qual detectou a existência de um cisto no baço que vem evoluindo a cada dia.

Os médicos, após analisarem o exame, indicaram a necessidade de se fazer urgentemente  uma cirurgia para retirada do baço, que foi  marcada imediatamente para o dia 19 de julho de 2017.

Por causa do alto custo da cirurgia: R$ 25,000,00 (vinte e cinco mil reais), a família e os amigos de Sthefany lançaram uma campanha para arrecadar a quantia necessária e estão lutando ao lado dos pais, Franklis e Socorro, em busca de apoio, uma vez que os mesmos não dispõem de recursos financeiros para pagar todas as despesas.

Sthefany mora na Rua Joaquim Camilo Duarte, na cidade de Teixeira-PB.

AJUDEM POR FAVOR. É nesse momento que nossos corações palpitam com maior intensidade no sentido de fazer o bem, sem olhar a quem. 

Conta Poupança Caixa: 

Maria de Lourdes M Barros
Agência: 0043
Conta: 013 146849-5
CPF: 072.134.414-34

Pode entrar em contato pelo telefone : 83 9 9992-0380

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Morre o ex-presidente da Câmara Municipal de Teixeira Heronildes Costa. Sepultamento acontece às 16 h de hoje

Faleceu na manhã do último sábado, na cidade de Campina Grande, o ex-vereador Heronildes Costa de Oliveira.  

Heronildes militou na politica teixeirense nas décadas de 70, 80 e 90. Durante esse período disputou seis vezes  uma vaga para Câmara Municipal, sendo eleito em três oportunidades: em 1976, pela ARENA (com 382 votos); em 1982, pelo PDS ( com 339 votos) e  em 1996, pelo PFL (com 242 votos).  

No ano de  2000, ele disputou pela sexta vez uma vaga no legislativo pelo PFL, mas não logrou  êxito, obtendo 150 votos.

Militante fervoroso do grupo político ao qual pertencia, Heronildes notabilizou-se pela postura firme, corajosa e determinada com a qual apresentava e defendia os seus argumentos. 

O corpo do ex-presidente está sendo velado no prédio da Câmara Municipal de Teixeira e o sepultamento será realizado às 16 horas no cemitério local.

Enviamos votos de pesar à família enlutada.   

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Ex-vereador Jarbas emite nota de esclarecimento a respeito de foto sua com o prefeito Nego de Guri

Ex-vereador Francisco Jarbas
No início da tarde de hoje, o ex-vereador Francisco Jarbas de Oliveira veio até a minha residência para solicitar a publicação neste blog de uma nota de esclarecimento a respeito de uma fotografia em que ele aparece ao lado do prefeito de Teixeira Nego de Guri durante um evento realizado no Postinho de saúde Antônio Paulo de Almeida, próximo a Escola José Elias de Amorim. 

Ponderei a Jarbas que não considerava oportuno publicar, pois o blog encontra-se praticamente desativado, uma vez que não tenho tido tempo de fazer as atualizações diárias, mas, mesmo assim, o ex-parlamentar considerou  importante fazer a referida publicação.  

Portanto, para preservar a isenção que consideramos necessária e oportuna em qualquer meio de comunicação, está publicada, abaixo,  a nota precedida de um sucinto comentário.

COMENTÁRIO DA NOTA 

Jarbas começa falando das eleições de 2016 quando disputou a vaga de vice-prefeito na chapa encabeçada por Wenceslau Marques e afirma que a sua história política foi sempre pautada pela lealdade, firmeza, humildade e  pelo respeito ao povo e aos correligionários.

Em seguida Jarbas passa a comentar sobre uma fotografia sua com o Prefeito Nego de Guri,  publicada recentemente nas redes sociais. Segundo o  ex-vereador,  a foto foi tirada durante uma confraternização  junina no postinho onde o mesmo trabalha,  sem nenhuma conotação politico-partidária.  

Para o vereador,  correligionários do prefeito aproveitaram o evento festivo para tentar confundir a opinião pública, insinuando uma possível aproximação  e alinhamento politico seu  com  Nego de Guri, o que não tem qualquer cabimento,  pois embora o respeite como pessoa, não concorda com a sua forma de governar  e,  por esse motivo, mantém-se  firme  e forte na oposição.

Jarbas finaliza a nota, dizendo que não trairá  os votos de 4401 pessoas que acreditaram num novo projeto para o município de Teixeira e que continuará lutando bravamente para que esse projeto se concretize num futuro próximo.

A NOTA




quinta-feira, 18 de maio de 2017

Pá de cal no governo golpista: em grampo, Temer avaliza JBS a comprar o silêncio de Eduardo Cunha e doleiro em Curitiba.


Do jornal O Globo:

RIO — Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no STF e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.
É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato: Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.
Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.

Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.
Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas “ações controladas”, num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril.

Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.

A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos. Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão descarada?

Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento inusual. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores.

Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS mandatou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York.

Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos. Essa conta pode aumentar quando (e se) a leniência com o DoJ for assinada. (Colaborou Guilherme Amado)

Fonte: Nocaute

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Ricardo visita obras e assina ordens de serviço para açude em Imaculada e barragem em Desterro



O governador Ricardo Coutinho assinou, nesta terça-feira (16), ordens de serviço para a construção de duas obras hídricas: o açude Pedra Lisa, em Imaculada e a barragem Coronel Jueca, em Desterro. Ele também visitou as obras do Presídio Feminino, da sede do Corpo de Bombeiros e da Escola Técnica de Patos. Deputados estaduais e auxiliares do Governo estiveram presentes.

Pela manhã, Ricardo inspecionou as obras do Presídio Feminino que representa um investimento de mais de R$ 2 milhões e terá capacidade para cerca de 110 detentas. Ele também visitou a construção do Corpo de Bombeiros de Patos que recebe recursos na ordem de R$ 2,3 milhões e deve ser concluído no mês de agosto. O governador ainda foi à Escola Técnica de Patos que faz parte de um grupo de seis novas Escolas Técnicas que estão sendo construídas em Campina Grande, Itaporanga, Sousa, Serra Branca e Guarabira. Juntas, as seis escolas representam um investimento de R$ 80 milhões.

O governador também foi até Imaculada e Desterro para autorizar a construção de duas obras. O investimento no açude Pedra Lisa ultrapassa os R$ 7 milhões, já na barragem Coronel Jueca serão investidos recursos na ordem de R$ 4,7 milhões. As obras devem ficar prontas em cerca de oito meses e vão melhorar a situação hídrica da região.

Ricardo lembrou que o açude e a barragem fazem parte de um conjunto de obras do Programa Mais Trabalho que representa cerca de meio bilhão de investimento em várias áreas. “Essas duas obras que autorizamos hoje estão incluídas no grande programa que lançamos na semana passada. O Mais Trabalho é composto por obras em várias setores, incluindo a TransParaíba, adutora que vai levar as águas do São Francisco para todo o Curimataú. São mais de R$ 572 milhões em investimento”, frisou.

Ele ainda agradeceu o carinho da população das cidades de Imaculada e Desterro e ressaltou que o Governo do Estado trabalha para levar mais qualidade de vida para todas os municípios paraibanos. “Queremos uma Paraíba mais próspera e justa para todos. Hoje dei início ao açude Pedra Lisa e a barragem Coronel Jueca, uma receberá mais de R$ 7 milhões e a outra mais de R$ 4,7 milhões de investimento. Ambas foram reivindicadas pela população nas audiências do Orçamento Democrático Estadual e agora assinamos as ordens de serviço para, em breve, inaugurar as duas obras hídricas. Olhamos para o Estado como um todo, fazemos obras nas grandes e pequenas cidades”, finalizou.

De acordo com o secretário executivo de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Deusdete Queiroga, o açude Pedra Lisa, em Imaculada tem capacidade para acumular 4.929.420,00 m³ de água e a barragem Coronel Jueca, em Desterro poderá receber 6.126.875,00 m³. “As obras autorizadas hoje pelo governador vão beneficiar as cidades de Imaculada, Desterro e Cacimbas favorecendo o abastecimento de água nesta região. São mais duas grandes obras na área hídrica que serão feitas dentro do Programa Mais Trabalho”, explicou.

“Agradeço ao governador por este açude que é tão esperado pelo povo e vai chegar, em breve, trazendo muitos benefícios para a cidade de Imaculada. Essa obra é uma grande demanda dos cidadãos que hoje vemos que se tornará realidade. Estamos todos muito felizes e gratos”, comentou o prefeito de Imaculada, Aldo Lustosa.

O prefeito de Cacimbas, Léo Terto, agradeceu em nome do povo pela barragem que beneficiará a cidade. “Essa barragem vai trazer muitas alegrias aos moradores de Desterro e Cacimbas. Água é essencial e quando tiver pronta, a obra vai garantir abastecimento para a região. Obrigado governador por olhar também pelas pequenas cidades”, comemorou.

Para o deputado estadual Antônio Mineral, as obras vão representar a realização de dois grandes desejos do povo. “O açude Pedra Lisa e a barragem são obras de grande importância para a população. Com fé em Deus, em poucos meses, estaremos fazendo a festa de inauguração e trazendo mais desenvolvimento para as cidades beneficiadas”, pontuou.

O deputado estadual, Ricardo Barbosa, também enfatizou a relevância das ações hídricas e comentou: “Que estas obras sejam significativas para o povo de Imaculada, Desterro e Cacimbas. Com certeza eram grandes demandas sociais e, a partir de hoje, começam a se tornar realidade”, lembrou.

“Esse momento é de grande felicidade e gratidão. Foram cerca de 50 anos de promessas não cumpridas por outros governadores. Quando fui prefeita de Desterro pedi muito pela Barragem Coronel Jueca e hoje estou extremamente feliz e agradecida ao governador pela obra que vai chegar”, recordou a ex-prefeita Rosângela Leite.

De acordo com a dona de casa Suellen Cristina, os moradores pedem melhorias no abastecimento de água “porque sem água não conseguimos fazer as atividades mais básicas do dia a dia. É ruim para o comércio, para as crianças, enfim, Imaculada está precisando muito deste açude para garantir o abastecimento de água para todos”, ressaltou.

Blog do Tião Lucena

quinta-feira, 30 de março de 2017

Prefeito garante recursos e incluiu Teixeira na primeira fase da ADUTORA DE PAJEÚ, o município só seria contemplado na segunda fase. Endenta o caso!


Valone Dias, Nego de Guri e o Ministro Hélder Barbalho
Por Thercio Rocha
Fotos; Ardiles Reys

Na última agenda de hoje (30/03) em Brasília, o prefeito do município de Teixeira, Edmilson Alves dos Reis, ‘Nego de Guri’, acompanhado pelos vereadores Valone Dias, Assis Catanduba e Azedo, estiveram em audiência com o Ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, para solucionar e discutir a questão da ADUTORA DO PAJEÚ.

Segundo informações do projeto, Teixeira só seria beneficiada com a segunda fase da obra, ficando para final de 2018, o deputado federal Hugo Mota, usando do seu prestígio e força política, conseguiu apoio do ministro e colocou Teixeira na primeira fase do projeto. Assim o município receberá as águas da ADUTORA ainda este ano.

O prefeito ‘Nego de Guri’ comemorou e muito a conquista “Foi a maior vitória que tive neste mandato, graças à força política do nosso deputado Hugo Mota, dos senadores Raimundo Lira, Cássio e José Maranhão, conseguimos colocar Teixeira na primeira fase, onde os recursos já estão garantidos”, Disse Nego de Guri.

Já o presidente Valone Dias comentou sobre as viagens que o prefeito fez e faz buscando recursos, “Nego de Guri é um prefeito que se preocupa com a população, só nesta viagem a Brasília conseguiu mais de dois milhões em obras, isso dará um salto imenso na economia, fora a grande questão da ADUTORA que conseguimos resolver hoje”. Frisou Valone Dias Oliveira.

DIA DE CONQUISTA EM BRASÍLIA – Prefeito e Presidente da Câmara de Teixeira conseguem vários pleitos para o município


Em Brasília, o prefeito de Teixeira, Edmilson Alves dos Reis, ‘Nego de Guri’, cumpriu na parte da tarde, audiência com o Senador Raimundo Lira (PMDB), na oportunidade o senador garantiu empenho para aquisição e liberação dos recursos para a construção dos Portais da cidade e duas Academias de Saúde, junto aos ministérios do esporte e cidades.

Lira destinou importantes emendas para o município, o senador garantiu mais de Um Milhão de reais para a construção de um Novo Matadouro, R$ 500 mil para a reforma do Mercado Público.

Além de ter destinado as emendas para o município, o senador prometeu agilidade da ADUTORA do PAJEÚ, “Recebi as reivindicações do Prefeito para abastecimento de água e me comprometi a trabalhar, junto ao Ministério da Integração Nacional, para agilizar as obras da adutora de Pajeú, que levará água ao município”.  “Também encaminhei pleitos ao Ministério da Agricultura e ao Ministério do Turismo”, afirmou Raimundo Lira.

Já com o senador José Maranhão, o prefeito conseguiu liberação de R$ 435 mil para começar a construção da Unidade Básica de Saúde do bairro ‘Pedra do Galo’.

Em contato com o presidente Valone Dias, a comitiva também teve encontro com o deputado federal Gonzaga Patriota do Estado de Pernambuco, no mesmo pleito foi liberado a ADUTORA para BREJINHO-PE e TEIXEIRA-PB.

O vereador/presidente Valone Dias (PTB), que está acompanhado o prefeito, disse que esses pleitos são fundamentais para o município, “Estamos com muitos convênios maravilhosos para o município. Nos próximos meses, o Governo Federal deve começar as liberações". Frisou Valone.

Amanhã a comitiva tem encontro com o senador Cássio Cunha Lima na vice-presidência do Senado Federal.

Estão também na comitiva, o vereador David Novo e os assessores Thyrso Rocha e Ardiles Reis.

Já na parte da manhã a audiência foi no gabinete do deputado federal Hugo Motta. Confira a Pauta:

1-Municipalização do SAMU
2-Liberação dos recursos para aquisição de dois tratores para os agricultores de nosso município.
3-Liberação dos recursos para ampliação do Hospital Sancho Leite e aquisição de um aparelho de raio x
4- Pleitear novas emendas parlamentares para calçamentos de ruas ainda não pavimentadas.

O objetivo da viagem é manter audiências em busca da liberação de recursos para obras em andamento na cidade. Amanhã continua a agenda na FUNASA.

Thércio Rocha/Teixeira em Foco

sexta-feira, 24 de março de 2017

Câmara Municipal de Teixeira aprova reajuste de 7% para professores


A Câmara Municipal de Teixeira aprovou, em sessão ordinária na noite de ontem, quinta-feira (23), o Projeto de Lei de autoria do Poder Executivo Municipal que reajusta o salário dos professores em 7% (sete por cento). Sem debates acirrados, todos os vereadores manifestaram-se favoráveis à  matéria, a qual  foi aprovada por unanimidade.

O salário dos professores, com reajuste, passa a vigorar retroativo ao dia primeiro de março, ou seja, os profissionais do magistério receberão os seus vencimentos com o referido aumento já na próxima semana.

Participaram da sessão o  prefeito Nego de Guri,  o secretário de Educação João Batista Filho e representantes do magistério municipal.

terça-feira, 21 de março de 2017

Justiça acolhe recurso da defesa e anula cassação do prefeito Nego de Guri


O Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba acolheu agora há pouco recurso movido pelo prefeito de Teixeira Nego de Guri  e pelo ex-vice-prefeito Deci Queiroz contra a cassação dos seus mandatos e perda de direitos políticos, ocorridas em julgamento de 2015, por prática de Nepotismo. 

A votação, que foi de 3 a 0 a favor do recurso, anulou a decisão anterior de cassação e perda dos direitos políticos, impondo apenas a aplicação de uma multa aos apelantes.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Temer cala sobre ministros citados na lista de Janot


O presidente Michel Temer não quis responder nesta quinta-feira (16) se o preocupa a presença de seis ministros na lista de pedidos de investigação enviada pela Procuradoria-Geral da República ao STF (Supremo Tribunal Federal). Questionado pela Folha se o envolvimento dos nomes constrange o governo, o peemedebista sorriu, levantou as mãos e saiu sem comentar. O presidente participou de entrevista para o anúncio da geração de 35,6 mil postos de trabalho com carteira assinada no Brasil em fevereiro.

Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) geralmente são divulgados pelo Ministério do Trabalho, sem entrevista à imprensa e na última semana do mês. Em busca de pautas positivas, o governo antecipou a publicidade para ser anunciada pelo presidente.

Mesmo com as denúncias contra a cúpula do Palácio do Planalto, Temer disse em discurso que o país está em um clima de "estabilidade política e social".

Desde o início desta semana, os discursos do peemedebista têm focado apenas a área econômica, sem mencionar a lista de pedidos de investigação feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Ao todo, seis ministros já foram confirmados na lista, o que representa um quarto da Esplanada dos Ministérios: Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral), Gilberto Kassab (Comunicações), Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades) e Marcos Pereira (Indústria e Comércio). 

Blog do Magno

segunda-feira, 13 de março de 2017

Tribunal de Justiça da Paraíba volta a julgar nessa terça-feira recurso de Nego de Guri e Deci Queiroz


O Tribunal de Justiça da Paraíba retomará amanhã o julgamento, iniciado na semana passada, para apreciar recurso movido pelo prefeito de Teixeira Edmilson Alves dos Reis (Nego de Guri) e pelo ex-vice-prefeito Elias Germano Queiroz (Deci), contra a cassação dos seus mandatos e perda de direitos políticos ocorridas em julgamento de 2015, por prática de Nepotismo, 

Na sessão da semana passada, houve o pedido de desentranhamento das fls.424/425, 426/427 e 437/438, formulado pelo Dr. Bruno Lopes quando da sustentação oral, que foi deferido pelo relator acompanhado pelos demais Desembargadores. Em seguida, após o voto do relator que rejeitou as preliminares de inadequação da via eleita e de sobrestamento do feito, seguido do Exmo. Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira, o Exmo. Des. João Alves da Silva pediu vista, provocando o adiamento do julgamento, o qual já está marcado para o dia 14/03/2017, às 9h da manhã. 

Confira abaixo:

PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA
5ª Sessão Ordinária

Pauta Ordinária de Julgamento da Quarta Câmara Cível do dia 14 de março de 2017 
      Início da Sessão: 09:HORAS

SUPLEMANTAR

RELATOR(A): EXMO DES FREDERICO MARTINHO DA NÓBREGA COUTINHO 

01- Apelação Cível nº 00013532420138150391 
Oriundo da Comarca de Teixeira.
Apelantes: Edmilson Alves dos Reis e Elias Germano Queiroz  
Advogado(s): Johnson Gonçalves de Abrantes (OAB-PB 10.827), Danilo Moura de Moura Bastos (OAB/PB 20.489), Arthur Martins Marques Navarro (OAB/PB 19.341), Luiz Gustavo Sousa Marques (OAB/PB 14.343) e Edward Johnson Gonçalves de Abrantes (OAB/PB 10.827) 
Apelado: Ministério Público Estadual.